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Galaxy Tab A11+: Versatilidade e Acessibilidade para Estudos e Entretenimento

A Samsung anunciou uma atualização em sua linha de tablets de entrada com o lançamento do Galaxy Tab A11+. Este dispositivo se apresenta como uma opção econômica para usuários que buscam um tablet para atividades básicas do dia a dia. O novo modelo promete proporcionar uma experiência satisfatória de consumo de mídia e suporte para atividades educacionais sem cobrar quanto modelos intermediários de luxo.

No quesito design, o Galaxy Tab A11+ conserva a estética usual dos aparelhos da Samsung, com um visual discreto e bordas simétricas, ainda que mais largas do que as de modelos mais caros. Sua construção é simplificada, com laterais de plástico, o que reforça a noção de um dispositivo voltado para não custar caro. A tela tem 11 polegadas, com tecnologia TFT LCD e uma taxa de atualização de 90 Hz, proporcionando uma área confortável para assistir a filmes ou ler documentos.

Nas especificações, o Galaxy Tab A11+ vem equipado com o chipset MediaTek Dimensity 7300, acompanhado de 6 GB de memória RAM e 128 GB de armazenamento interno, que pode ser expandido via cartão de memória. Esta configuração é relevante para um tablet de entrada, assegurando que o sistema opere de maneira ágil, mesmo com múltiplas tarefas abertas. Um recurso adicional é o suporte ao modo DeX, geralmente exclusivo de modelos mais caros, que transforma a interface do tablet em um ambiente semelhante ao de um desktop, ampliando suas funcionalidades de produtividade.

Quanto ao desempenho geral, o Galaxy Tab A11+ é indicado para atividades básicas como a leitura, navegação na internet e streaming de vídeos. Em testes práticos, o tablet consegue rodar jogos mais simples, mas apresenta limitações gráficas em títulos que demandam mais recursos, como o Genshin Impact. Nos testes de benchmark, o aparelho registrou um total de 838.873 pontos, suficiente para tarefas básicas, mas é necessário um pouco mais de paciência para aplicações mais pesadas.

O conjunto de câmeras segue o padrão da categoria, com sensores básicos que não rivalizam com os de smartphones, mas que são suficientemente eficazes para videochamadas e reuniões online. A câmera frontal tem boa nitidez em ambientes bem iluminados, enquanto a traseira cumpre funções básicas como escanear documentos ou ler QR codes.

Um ponto que exige atenção é a bateria do Galaxy Tab A11+, que possui capacidade de 7.040 mAh, abaixo do ideal para a tela de 11 polegadas. Em um teste de uso contínuo no YouTube, o consumo de bateria foi de 59% em quatro horas, sugerindo uma autonomia total de cerca de sete horas. Isso requer recargas frequentes se utilizado intensamente para mídias. Para usos leves, a duração tende a ser maior, mas ainda é considerada baixa para padrões atuais.

No mercado brasileiro, o Galaxy Tab A11+ encontra seu concorrente direto no Redmi Pad 2, da Xiaomi. Enquanto o modelo da Xiaomi oferece suporte a caneta stylus, ideal para estudantes e artistas, o Galaxy se diferencia por suas especificações de conectividade, com suporte a 5G, e memória RAM superior, características que contribuem para um desempenho multitarefa mais eficiente. Em termos de preço, o Galaxy Tab A11+ é mais acessível, sendo comercializado por valores que começam em R$ 1.600, enquanto o modelo Xiaomi custa cerca de R$ 2.300.

Para consumidores em busca de um tablet com uma grande tela para consumir conteúdo digital, navegar ou editar textos, o Galaxy Tab A11+ oferece bom custo-benefício. Entretanto, as limitações em bateria e a ausência de suporte a S Pen devem ser consideradas por quem planeja usos mais criativos ou intensivos. O modelo é recomendado para usos básicos, com diferenciais que o destacam em sua faixa de preço, mas quem necessita de uma caneta digital pode considerar alternativas mais caras da linha Galaxy S FE ou modelos concorrentes com suporte stylus.

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