Tecnologia

Entenda os Custos e Detalhes do Programa de Autorreparo da Apple para o iPhone 17

A Apple recentemente expandiu o seu programa de autorreparo Self Service Repair para incluir os últimos modelos lançados pela empresa: o iPhone 17, 17 Pro, 17 Pro Max e o novo iPhone Air. Este programa permite que os usuários comprem peças avulsas diretamente da Apple, possibilitando que realizem alguns reparos em casa, desde que possuam o conhecimento técnico necessário. No entanto, os preços dessas peças são consideráveis, chegando a centenas de dólares, uma realidade que pode pesar no bolso dos consumidores brasileiros devido à conversão para o Real.

A tela dos smartphones continua sendo uma das partes mais caras de se consertar. No caso do iPhone 17, a troca da tela pode custar aproximadamente R$ 1.772 quando comprada separadamente, sem incluir possíveis taxas e custos adicionais de importação. Esse valor reflete a tecnologia avançada e a qualidade premium dos displays utilizados pela Apple, que incluem recursos como alta taxa de atualização, excelente precisão de cores e resistência aprimorada contra riscos e quebras.

Além da tela, outras peças disponíveis no programa de autorreparos são o vidro traseiro, que custa US$ 159 (cerca de R$ 856), a bateria, por US$ 99 (aproximadamente R$ 533), a estrutura com bateria por US$ 236 (cerca de R$ 1.271), e a câmera frontal, que sai por US$ 199 (aproximadamente R$ 1.072). Esses valores são referentes ao modelo básico do iPhone 17.

Para os modelos iPhone 17 Pro e Pro Max, os preços se mantêm similares para algumas peças, como o vidro traseiro e a câmera frontal, mas variam significativamente para componentes como a bateria e a tela. A tela do iPhone 17 Pro Max, por exemplo, custa cerca de US$ 379, ou aproximadamente R$ 2.041, o que destaca ainda mais a diferença entre os modelos da família 17 em termos de custo de reparação. A complexidade técnica e a capacidade aumentada desses modelos refletem diretamente nesses valores.

O novo programa de autorreparos também inclui o iPhone Air, oferecendo os mesmos tipos de peças para substituição. A iniciativa da Apple visa dar mais autonomia aos seus usuários, mas também exige cautela. A empresa fornece manuais detalhados e listas de ferramentas necessárias para auxiliar no processo, mas enfatiza a importância de se ter algum nível de experiência técnica antes de tentar realizar qualquer repara por conta própria.

Este programa está disponível apenas em alguns mercados, incluindo Estados Unidos e Europa, não contemplando ainda o Brasil. Isso significa que os consumidores brasileiros ainda devem contar com os serviços autorizados ou com as opções de reparo disponíveis no mercado nacional. Enquanto a Apple ainda não trouxe o programa para o país, a Samsung já lançou no Brasil um serviço similar chamado Repara Contigo, oferecendo aos usuários a opção de consertar seus dispositivos em casa.

Outra faceta importante do programa da Apple é o incentivo à sustentabilidade. Peças antigas que forem trocadas podem ser devolvidas para a empresa para reciclagem ou recondicionamento. Em alguns casos, existe também a possibilidade de obter um crédito financeiro pela devolução das peças usadas, o que pode ajudar a reduzir o custo total do reparo.

Esta movimentação da Apple reflete um movimento mais amplo no mercado de tecnologia, onde empresas estão buscando oferecer soluções que empoderem os consumidores com opções de reparo mais acessíveis e sustentáveis, além de promover a economia circular e reduzir o impacto ambiental.

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