A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi reconhecida, pelo terceiro ano consecutivo, como a melhor instituição de ensino superior estadual da região Sul do Brasil. Também ficou entre as cinco melhores universidades estaduais do país, conforme o Ranking Universitário Folha (RUF) 2025, divulgado na última segunda-feira.
Neste ranking, a UEM recebeu uma nota de 81,77 pontos em uma escala de 100, posicionando-se entre as 27 melhores instituições de ensino superior do Brasil, que inclui um total de 2.200 universidades, centros universitários e faculdades de todo o país.
O reitor Leandro Vanalli comentou sobre a conquista, destacando que esse resultado reforça o compromisso da UEM com a qualidade do ensino público e gratuito. Ele expressou a intenção de continuar trabalhando para manter essa classificação nos próximos anos, ressaltando a importância do trabalho coletivo e a dedicação de toda a comunidade acadêmica.
No RUF 2025, foram avaliados 35 cursos oferecidos pela UEM, com 16 deles se destacando entre os 20 melhores do Brasil. Entre os cursos mais bem avaliados, a Agronomia ficou em 7º lugar, Biologia em 16º, e Ciências Contábeis em 15º. Outros cursos, como Direito, Medicina Veterinária e Educação Física também apareceram nas posições de destaque.
A metodologia utilizada para a produção do RUF 2025 levou em consideração cinco critérios principais, com pesos diferenciados. A pesquisa teve ênfase em aspectos como pesquisa (42%), ensino (32%), mercado (18%), inovação (4%) e internacionalização (4%). Para essa análise, o levantamento incorporou dados da base Scopus, reconhecida nos principais rankings internacionais.
Além de se destacar nas avaliações nacionais, a UEM também ganhou reconhecimento em rankings internacionais, sendo que 11 professores foram mencionados entre os pesquisadores mais influentes e citados do mundo, conforme estudos da Universidade de Stanford e do Índice Científico Alper-Doger de 2025.
O RUF 2025 é a 11ª edição desse importante ranking, que começou a ser produzido em 2012, com uma pausa entre 2020 e 2022, e se tornou uma referência na análise do ensino superior no Brasil.
