Ações para acompanhar hoje: Itaúsa, MBRF, Braskem e mais

O radar corporativo desta terça-feira, 11 de outubro, apresenta os resultados de várias empresas brasileiras, incluindo MBRF (MBRF3), Itaúsa (ITSA4), BTG Pactual (BPAC11), São Martinho (SMTO3), Braskem (BRKM5), Sabesp (SBSP3), Azzas (AZZA3), Porto (PSSA3) e Natura (NATU3).
A Oi (OIBR3) enfrentou desafios, pois a Justiça do Rio de Janeiro decretou sua falência na véspera, levando a empresa a adiar a divulgação do balanço referente ao terceiro trimestre de 2025, que seria apresentado no dia seguinte.
A Itaúsa, holding do Itaú Unibanco (ITUB4), reportou um lucro líquido recorrente de R$ 4,12 bilhões no terceiro trimestre, marcando um crescimento de 6% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A empresa, que investe em diversas outras, como Motiva (MOTV3), Aegea e Alpargatas (ALPA4), mostrou um retorno sobre o patrimônio líquido médio de 18,1%, ligeiramente abaixo dos 18,3% do ano passado.
A MBRF, nova empresa resultante da fusão entre Marfrig e BRF, anunciou um lucro líquido de R$ 94 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 62% em relação ao mesmo período do ano passado. Essa redução é atribuída à baixa performance de ativos da BRF e ao impacto da gripe aviária que afetou as exportações, particularmente para a China, que reabriu suas fronteiras para as importações em novembro.
O BTG Pactual reportou um lucro líquido ajustado de R$ 4,54 bilhões no terceiro trimestre, um aumento considerável em relação aos R$ 3,21 bilhões do ano anterior, superando as expectativas de analistas.
A Braskem registrou um prejuízo de R$ 26 milhões no terceiro trimestre, melhorando em relação ao prejuízo de R$ 592 milhões do ano passado. A empresa, a maior petroquímica da América Latina, anunciou um resultado operacional (Ebitda) de R$ 818 milhões, uma queda significativa em relação aos R$ 2,39 bilhões do mesmo período do ano anterior.
A São Martinho reportou um lucro líquido de R$ 176,41 milhões no segundo trimestre da safra 2025/26, uma queda de 5,9% em relação ao ano anterior. A receita líquida também caiu, totalizando R$ 1,739 bilhão, uma diminuição de 11,3% na comparação anual.
A Azzas apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 201,3 milhões no terceiro trimestre, um aumento de 23% em relação ao ano anterior. Já a JSL, especializada em logística, teve um lucro líquido ajustado de R$ 35,8 milhões, apresentando uma queda de 50,7%, embora o Ebitda ajustado tenha crescido 13%, alcançando R$ 526 milhões.
O Grupo SBF reportou um lucro líquido ajustado de R$ 96,7 milhões no terceiro trimestre, uma queda de 14% em relação ao ano anterior. A empresa ainda registrou um crescimento nas vendas em suas lojas Centauro.
A Natura, fabricante de cosméticos, apresentou um prejuízo líquido recorrente de R$ 119 milhões no terceiro trimestre, devido à pressão sobre receitas e aumento nas despesas financeiras.
A Sabesp anunciou um lucro líquido ajustado de R$ 1,28 bilhão, um aumento de 9,5% em relação ao ano anterior, atingindo um resultado operacional (Ebitda) de R$ 3,2 bilhões.
O Banco Pan reportou lucro líquido ajustado de R$ 209 milhões, comparado aos R$ 216 milhões do ano anterior. O Grupo Porto teve um desempenho positivo, com um lucro líquido de R$ 832 milhões, uma alta de 13%, além de uma receita de R$ 10,5 bilhões, que cresceu 11% em relação ao ano anterior.
A Rede D’Or formalizou um acordo para incorporar a Maternidade São Luiz Star, em São Paulo, envolvendo um pagamento à vista de R$ 223 milhões. A empresa é controlada em parte pela Bradesco Seguros.
A fabricante de tintas Tekno comunicou um pedido para uma oferta pública de aquisição que resultará na retirada da empresa da bolsa. Já a Sequoia Logística aprovou a incorporação de uma empresa de capital fechado, aumentando seu capital social.
A Zamp também anunciou a mudança de categoria em seu registro na CVM, aguardando a análise das autoridades reguladoras.




