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Coluna de Matt Dawson: Borthwick acerta na escolha do banco

O técnico Steve Borthwick e seus jogadores têm uma missão clara: se preparar para a Copa do Mundo de Rugby, que acontecerá na Austrália em dois anos. Durante esse período, muitos atletas ainda vão competir intensamente, mas nem todos conseguirão uma vaga na seleção da Inglaterra, que apresenta uma força e profundidade impressionantes.

Na recente vitória da Inglaterra sobre a Austrália, com o placar de 25 a 7, Borthwick fez escolhas estratégicas, destacando jogadores que se destacaram na bem-sucedida turnê de verão pela Argentina. Essa partida mostrou a força do elenco inglês, que contou com seis jogadores que integraram a seleção britânica de rugby, conhecida como Lions.

Historicamente, a Inglaterra não contava com um banco de reservas tão robusto. No entanto, para enfrentar equipes de alto nível, como a Austrália, a experiência e a força do início do jogo são cruciais. Os australianos, por exemplo, estavam em uma situação complicada ao enfrentar a linha de frente com jogadores como Ellis Genge, Luke Cowan-Dickie e Will Stuart, todos integrantes dos Lions, além da habilidade do jovem craque Henry Pollock, que se destacou com jogadas decisivas.

O atual elenco da Inglaterra apresenta características únicas. A combinação de talento, disposição dos jogadores e uma cultura de equipe forte têm contribuído para o sucesso da seleção. Todos estão engajados, o que se reflete nos resultados positivos recentes.

Além disso, certas posições, como a de hooker, número oito, scrum-half, fly-half, dentro do centro e full-back, são fundamentais para o sucesso em Copas do Mundo. A consistência nessas posições será crucial para a preparação da equipe. Expectativas estão altas para ver como Borthwick irá escalar a equipe neste outono.

As posições de full-back e fly-half, em particular, ainda estão em disputa, mas Tommy Freeman tem se destacado como uma boa opção na posição de número 13. Ter múltiplos jogadores para as posições de fly-half, adaptando-se aos diferentes estilos de jogo dos adversários, pode ser uma estratégia vantajosa. O mesmo se aplica à linha de ataque.

Borthwick fez uma escolha acertada na escalação contra os Wallabies, que apresentaram uma performance bastante abaixo do esperado. O desafio agora é continuar essa trajetória até a Copa do Mundo, com um time bem preparado e coeso.

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