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Arrascaeta é Eleito Rei da América de 2025, Destronando Messi

Arrascaeta Coroado Rei da América

Na 40ª edição do prestigiado prêmio anual organizado pelo jornal El País, o jogador uruguaio Giorgian De Arrascaeta, do Flamengo, foi agraciado com o título de “Rei da América” de 2025. Ele superou concorrentes de destaque como Lionel Messi, do Inter Miami, e Adrián Martínez, do Racing, fechando um ano de conquistas com um reconhecimento continental.

Temporada Brilhante de Arrascaeta

Arrascaeta teve um papel fundamental no Flamengo em 2025, se destacando como o principal jogador da equipe durante a temporada. Ele marcou 25 gols e contribuiu com 20 assistências em competições nacionais e internacionais. Essas atuações ajudaram seu time a vencer o Campeonato Carioca, a Supercopa do Brasil, o Campeonato Brasileiro e a Copa Libertadores, além de conquistar dois dos três títulos na Copa Intercontinental.

Reis e Rainhas da América

  • O prêmio histórico “Rei da América” é concedido anualmente e já coroou diversos notáveis jogadores sul-americanos desde 1971.
  • O formato atual do prêmio é organizado pelo jornal El País desde 1986, que conta com a avaliação de cerca de 250 jornalistas de diferentes países latino-americanos.
  • Na competição feminina, a disputa de 2025 inclui jogadoras ilustres como Gabi Zanotti, do Corinthians, Marta, do Orlando Pride, e a jovem promessa Claudia Martínez, do Olimpia.
  • Entre os técnicos, a disputa inclui Filipe Luís, do Flamengo, Gustavo Costas, do Racing, e Gustavo Alfaro, da seleção do Paraguai.

Histórico de Vencedores

A lista de vencedores anteriores reflete a presença de grandes nomes do futebol sul-americano ao longo das décadas:

  • 2025 – Giorgian De Arrascaeta – Flamengo
  • 2024 – Luiz Henrique – Botafogo
  • 2023 – Germán Cano – Fluminense
  • 2022 – Pedro – Flamengo

Origem e Evolução do Prêmio

Criado na década de 1970 pelo jornal venezuelano “El Mundo”, o prêmio inicialmente reconhecia jogadores sul-americanos atuando em qualquer parte do mundo. Com a transferência para o “El País” em 1986, o escopo foi reduzido para apenas atletas e treinadores desempenhando papéis no continente, permitindo maior destaque aos talentos da região.

Essa tradição continua a destacar e honrar os melhores do futebol sul-americano, servindo como uma plataforma de reconhecimento e celebração do talento futebolístico da região.

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