Janaina Paschoal: Uma Trajetória de Impacto na Política e Jurisprudência Brasileira
Janaina Paschoal, nascida em 25 de junho de 1974, em São Paulo, é uma renomada política e jurista brasileira. Com uma carreira marcada por conquistas significativas, ela se destacou como a deputada estadual mais votada da história do Brasil, obtendo mais de 2 milhões de votos.
Formação Acadêmica
Graduada em Direito pela Universidade de São Paulo (USP) em 1996, Janaina prosseguiu seus estudos e obteve o título de doutora na mesma instituição entre 1997 e 2002.
Atuação Profissional
Deputada Estadual
Janaina foi eleita deputada estadual com 2.060.786 votos válidos, tornando-se a parlamentar com a votação mais expressiva da história. Atualmente, representa o Estado de São Paulo na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP).
Advogada
Com suas irmãs, que também são juristas, Janaina co-fundou o escritório Paschoal Advogados, localizado na Avenida Paulista.
Professora
Como professora livre docente na Faculdade de Direito da USP, leciona disciplinas como Segurança Pública, Biodireito e Direito Penal.
Cargos Públicos
Janaina já ocupou cargos importantes, incluindo a presidência do Conselho Estadual de Entorpecentes de São Paulo, e contribuiu em diversas funções no Ministério da Justiça e na Secretaria de Segurança Pública.
Atuação Política
Filiada ao PSL entre 2018 e 2022, Janaina se uniu ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) após sua desfiliação. Sua participação ativa no cenário político inclui a coautoria do pedido de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, em conjunto com outros juristas de renome.

Participação em Mídia
Em novembro de 2019, Janaina concedeu uma entrevista ao Programa Roda Viva, onde detalhou suas motivações políticas e sua atuação durante o impeachment de Dilma Rousseff. Confira o vídeo na íntegra:

Vida Pessoal
Janaina é casada com o economista Laercio Sousa Longo e o casal não tem filhos.
Denúncia Internacional
Juntamente com outros juristas, Janaina também denunciou o ex-presidente venezuelano Nicolas Maduro ao Tribunal Penal Internacional por crimes contra a humanidade.