Grupos de defensores dos animais estão em fúria contra os organizadores do Festival Gastronômico do Gato, na cidade de Canete, no Peru. No cardápio, felinos servidos das mais diversas formas. De hambúrger de gato a pratos de patas e rabos fritos. Os participantes do festival acreditam que a carne do animal pode curar algumas doenças respiratórias.
O festival causou protestos do grupo PETA, que se opõe a sacrifícios de animais. O grupo já protestou contra o consumo de cães em Taiwan e cavalos no Texas. Segundo um porta-voz da organização, “a última coisa que precisamos é acrescentar mais um animal à lista de seres aterrorizados e abatidos por uma questão de gosto culinário”.
Tem gente que acha que tem o rosto muito grande, os olhos fechados, o nariz avantajado. Encontrar defeitos no próprio corpo é uma prática pra lá de recorrente. É por isso que tanta gente se submete a cirurgias plásticas e tudo aquilo mais que a gente já ouviu falar. Agora, e quem tem medo do bisturi ou dos métodos mais invasivos? Os japoneses arrumaram um jeito de mudar o rosto sem entrar na faca. Para mulheres, eles inventaram duas faixas que podem ser usadas durante a noite, enquanto você dorme. Uma delas supostamente diminui o diâmetro da sua cabeça e a outra compacta a cabeça toda. Só não vale reclamar de enxaqueca depois. Para os homens de boca grande, a invenção japonesa é uma espécie de mola para exercícios. O fabricante garante que três minutos diários são suficientes para deixar a boca menor e a musculatura mais rígida. A que pontos vamos chegar em nome da beleza?
Encontrei esta imagem por acaso, enquanto procurava coisas interessantes para postar aqui. Não tem identificação e não consegui encontrar qualquer referência a ela. Gosto de carne, mas fiquei com nojo. Imaginei os pedaços sendo costurados e o cara “vestindo” o traje.
Tem gente que é muito criativa. São pessoas que inventam usos bem diferentes para alguns aparelhos. A hidromassagem do rapaz do vídeo devia estar com problemas. Ele encontrou uma forma inusitada de fazer bolhinhas na água.
Tem gente que derruba café no teclado, deixa acumular aquela poeira porca por entre as teclas, mas nunca vi algo como isso aí. O cara usa o teclado de cinzeiro, e queima as teclas. É capaz de ele colocar fogo na casa. E colocar a culpa em algum curto-circuito do computador.
Eles são famosos na internet por video-cassetadas, joguinhos estranhos e tudo mais. Mas eles também são engraçados. Esse vídeo não é dos mais novos, mas dei risada. Um grupo de japoneses imitando aquela clássica gravação de We Are The World.
Antes de se tornar governador da Califórnia, o ator Arnold Schwarzenegger veio ao Brasil conhecer um pouco do que faz nossa fama lá fora: carnaval, mulata e bundas chacoalhando. Chegou à conclusão, no fim de sua estada, de que no quesito preferência por partes do corpo, tem mais a ver com os brasileiros do que com os americanos. Ele disse, num português bem porco: “Eu gosto de bunda”. E se arriscou em alguns passinhos.
São Paulo tem suas surrealidades. É claro que isso poderia ser visto em qualquer outra cidade do mundo, mas não deixa de ser bizarro. Imagine que o dono de um carro de luxo errou a entrada de um estacionamento na avenida Paulista e desceu, de carro, uma escada. Felizmente ninguém se machucou. A foto (de Marianne Nishihata/g1.com.br) está aí e não me deixa mentir. Logo devem aparecer mais fotos na rede e alguns vídeos. Aguardem updates do post!
Depois do drama de Nicholas White, que ficou preso num elevador por 41 horas, bombou na internet, surgiu uma paródia engraçada para o caso. O personagem em questão também fica 41 horas preso no elevador. O problema é que ele quer muito ir ao banheiro… E o corpo não agüenta tantas horas no cubículo.
Repórter de ciência e tecnologia da Época, mas costuma escrever também sobre esporte, comportamento e pequenos animais fofos. Troca HD de notebook, não consegue ouvir todas as músicas que baixa e acredita que tv a cabo é coisa de velho (bom mesmo é torrent!). Até hoje nunca calibrou o estepe de seu carro, mas seu HD é desfragmentado duas vezes por semana.
Luciana Vicária
Luciana acompanha as maravilhas do mundo digital há sete anos na Época. Tem orgulho de nunca ter lido um manual e diz que só gosta de tecnologia quando ela funciona. Na infância jogou um Tamagotchi no vaso sanitário depois de o bichinho virtual pedir comida de madrugada. Mantém contato intenso com a nova geração conectada: sua filha, de 4 anos, fica direto no site do Discovery Kids. Aprendeu a falar "Google" logo depois de "papai" e "mamãe".